sábado, 24 de março de 2018

° PIET MONDRIAN

PIET MONDRIAN
O holandês Piet Mondrian (1872-1944) cresceu em um ambiente rural com uma família calvinista extremamente religiosa. A forte influência das questões metafísicas voltou-se posteriormente para sua conduta artística Mas Mondrian teve dificuldades em projetar-se como um pintor, já que o desejo de seu pai, um pastor puritano, era que ele seguisse uma carreira clerical.
Com a família oposta a sua vontade, pois viam na arte um caminho para o pecado, Mondrian encontra como solução apaziguadora tornar-se professor de artes. Mas esse trabalho não consegue abster a necessidade artística de Mondrian que, por fim, consegue superar estruturalmente a posição ortodoxa de sua família e suas próprias crenças religiosas, provavelmente ao entrar em contato com a teosofia, estabelecendo nesta doutrina uma conexão com sua arte: “O trilhar de um caminho evolutivo pessoal”.
Para Mondrian, sua arte fazia parte disso.
Com pincéis em punho, Mondrian iniciou-se principalmente no impressionismo e no naturalismo, mas gradativamente acabou transcendendo a natureza ao incluir tons brilhantes e um estilo cada vez mais abstrato. Em 1912, mudou-se para Paris, tendo contatado com outro estilo, o cubismo de Picasso. Deixou de ser um semi-naturalista e embarcou no crescente movimento artístico da abstração.
Ele sempre procurou um jeito mais simples de desenhar e pintar; por isso desenhava linhas retas, formando quadrados, retângulos, e pintava usando o preto, o branco, o azul, o amarelo e o vermelho.
FONTE: obviousmag.org/
SUGESTÃO E ATIVIDADE


° JOAN MIRÓ

JOAN MIRÓ
Joan Miró, artista integrante do movimento surrealista e um dos maiores pintores  espanhóis, nasceu no dia 20 de abril de 1893, na cidade de  Barcelona. Passou a infância  entre Mallorca, cidade  de  origem de sua mãe, em Tarrago, na cidade de procedência de  seus avós paternos, bem como em Montroing, uma propriedade familiar à cerca de 60 km de Barcelona.
Desde pequeno demonstrou queda para a arte. Quando  tinha 14 aos, foi  matriculado pelo pai  na  Escola de Comércio, pois  a arte, como modo de vida,  não era tida como  garantidora de um futuro promissor. Essa atitude familiar acabou por causar  depressão em Miró.
Sua Família percebendo a depressão, lhe matriculou na Escola de Belas Artes. Só que não adiantou, aos 17 anos a família fez com que ele deixasse as artes de lado novamente e colocou para trabalhar em uma Fármacia, tamanho o desgosto, ele ficou muito tempo doente.
Depois de recuperado, vai para a "Escola de Arte de Francisco Gali", que de imediato percebeu as habilidades daquele   jovem, notadamente, no uso das cores.
Em 1918, Miró faz, pela primeira vez, uma exposição individual de suas obras. Dois anos depois ele fez uma viagem a Paris, aí Miró entra em contato com um dos pintores surrealistas mais conhecidos do Mundo, Picasso.
Trabalhando com vários outros Pintores em um ateliê, Miró ia sempre descobrindo novas técnicas e mantendo contato com poetas, escritores.
Em 1925 Miró realiza  exposição individual. Em 1929 casa-se com Pilar Juncosa, instalando-se em Paris, tiveram uma única filha Dolores.
Em 1932 reside em Barcelona. Em 1936, com o início da guerra civil espanhola Miró retrata cenas da Guerra Civil em suas Obras. Após isso Miró muda-se com a família para Paris.
Em 1955 Miró prefere os trabalhos com Cerâmica e Obras Gráficas. Nos anos 70 concentra cada vez mais sua atividade em obra monumental e pública, Miró também começa a Trabalhar na área Têxtil...
Joan Miró Falece no dia 25 de Dezembro de 1983 em Palma Mallorca, deixando mais de: 10.000 peças sendo: 217 pinturas, 156 esculturas, 9 texturas,  4 cerâmicas e cerca de  7.000 desenhos e anotações. FONTE: https://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/joan-miro

Apreciações e releituras produzidas em sala de aula:


° AS CORES DE TITO LOBO

As cores de Tito Lobo
Nessa aldeia pincéis e tintas são os instrumentos de luta do índio guerreiro. A mata é uma cultura sem fim. A terra é a identidade de um povo. A tribo é formada por artistas de quadros, da poesia, canto, teatro, artesanato, de gentes e natureza. Um deles tem uma missão: ser “Guardião das Cores”.
Jacinto Diogo Correia Neto, mais conhecido como Tito Lobo, nasceu em João Pessoa. É desenhista, pintor, gravador, escultor e cenógrafo. Um artista dos detalhes e das cores. “A minha arte tem alegria, luz, amor, paz, serenidade, poder de transmissão. Tudo isso acontece porque tenho coisas boas dentro de mim. São os meus reais sonhos e esse colorido infinito que sai do meu eu e é distribuído para toda gente”, afirmou.
Suas pinturas revelam traços fortes da cultura popular. Desde a infância as artes plásticas e visuais o atraíram, mas começou mesmo a expor profissionalmente seus trabalhos em 1986. “Respiro arte, o meu pulmão, coração, corpo, alma, depende da arte”, revelou.
Dentre momentos marcantes da sua trajetória estão as exposições individuais e coletivas que realizou pelo Brasil e em países como Espanha, Portugal, Itália e França. O artista plástico paraibano Tito Lobo procura a valorização da sua arte, cores, sonhos e da cultura regional.
O que é preciso para o nascimento de uma obra?
O nascimento de uma obra é como o nascimento de um filho. O primeiro passo é o artista ter autoconhecimento do que vai realizar na tela, objeto e etc. Precisa-se de uma concentração e de leveza espiritual para realizar a transmissão cósmica dos seus sonhos e objetivos para a tela ou outro objeto. Não importa o que você vai montar para criar esse elo entre o irreal e o real. Depois de pegar no lápis e se direcionar a tela ou objeto, a sensação é de muita liberdade e de um alcance íntimo e único. Sempre coloco muitos detalhes em minhas obras, porque ele é o cartão de visita das minhas obras, bem como as cores que utilizo. Ao pegar no pincel e nas tintas, procuro fazer um estudo de distribuição de cores, onde esse conjunto de tons tenha uma harmonia para não fugir do elemento principal que é o poder de transmissão visual.
Depois de finalizada a obra, chega a hora mais difícil que é a de “batizá-la”. Essa hora requer um conhecimento psicológico muito forte e que tenha uma acentuada técnica literária de como realizar a leitura através das curvas, cortes, formas e cores. É um processo longo, onde quase todos os dias você descobre uma história sobre a obra. Mas no final tudo fica colorido e com um sentimento de felicidade único. “A arte é a essência da vida”.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

°50 DOCUMENTÁRIOS SOBRE A BIOGRAFIA DOS MAIORES PINTORES DE TODOS OS TEMPOS

50 Documentários Sobre A Biografia
Dos Maiores Pintores De Todos Os Tempos – Gratuitos E Online
Confira a seleção de 50 documentários gratuitos sobre arte, que abordam a vida e a obra de grandes pintores como Michelangelo, Da Vinci, Picasso e Frida, além de alguns períodos que marcaram a História da Arte, como o impressionismo e o renascimento. A maioria dos vídeos tem legendas em português. Retiramos o material do site Canal do Ensino, mas a pesquisa foi elaborada pelo blog Alma de Fotógrafo:
Documentários:
1- Bosch
Jeroen van Aeken, cujo pseudônimo é Hieronymus Bosch, e também conhecido como Jeroen Bosch (‘s-Hertogenbosch, c. 1450 — 9 de Agosto de 1516), foi um pintor e gravador Holandês dos séculos XV e XVI. Muitos dos seus trabalhos retratam cenas de pecado e tentação, recorrendo ao uso de figuras simbólicas complexas, originais, imaginativas e caricaturais, muitas das quais eram obscuras mesmo no seu tempo.
2- Blake
Um dos maiores exemplos do Romantismo, William Blake foi um artista multifacetado. Nos chamados “livros iluminados”, Blake combinou pintura, gravura e poesia, e seus versos estão hoje entre os mais famosos da língua inglesa.
Michelangelo Merisi da Caravaggio (Milão, 29 de setembro de 1571 – Porto Ercole, comuna de Monte Argentario, 18 de julho de 1610) foi um pintor italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família e foi escolhido como seu nome artístico.
Passou a envolver-se em brigas, fazer ameaças e insultos em comércios, quebrando pratos em restaurantes e ferindo seus adversários com faca ou espada.
John Constable usou durante toda a vida sua terra natal, Suffolk, como inspiração para suas paisagens. The Hay Wain (A Carroça de Feno), é provavelmente uma das obras mais famosas já criadas por um artista inglês.
5- Courbet
Courbet foi o primeiro artista a pregar que a arte deveria versar sobre o momento, e para tanto usou como modelos pessoas comuns, eliminando qualquer espécie de requinte ou exagero romântico de suas telas.
Considerado o maior pintor do romantismo francês, Eugène Delacroix introduziu o romantismo na pintura, equilibrando-se entre a lealdade ao mundo clássico e a urgência em exprimir seus sentimentos e produzindo obras absolutamente originais.
7- Degas
Edgar Hilaire Germain Degas (Paris, 19 de julho de 1834 — Paris, 27 de Setembro, 1917) foi um pintor, gravurista, escultor e fotógrafo francês. É conhecido sobretudo pela sua visão particular no mundo do ballet, sabendo captar os mais belos e súbteis cenários. É ainda reconhecido pelos seus célebres pastéis e como um dos fundadores do impressionismo.
8- Escher
Maurits Cornelis Escher (Leeuwarden, 17 de Junho de 1898 – Hilversum, 27 de Março de 1972) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com efeitos de ilusões de óptica.
Doménikos Theotokópoulos (em grego: Δομήνικος Θεοτοκόπουλος), mais conhecido como El Greco, (“O Grego”; Heraclião ou Fodele, 5 de outubro de 1541 — Toledo, 7 de abril de 1614) foi um pintor, escultor e arquiteto grego que desenvolveu a maior parte da sua carreira na Espanha. Assinava suas obras com o nome original, ressaltando sua origem. Documentário em espanhol dividido em 6 capítulos.
10- Friedrich
Caspar David Friedrich é conhecido como o maior pintor romântico de paisagens. Ao adicionar elementos de profundo teor simbolista às suas obras, Friedrich rompeu com a tradição acadêmica que prezava, acima de tudo, a representação fiel do que era visto.
Fragmentos de um documentário sobre a vida e obra da pintora mexicana Frida Kahlo, e sua tortuosa relação com o muralista Diego Rivera.
FRIDA ENTRE MÉXICO E AMÉRICA
12- Gauguin
O audacioso uso que Gauguin fazia de cores puras e intensas deu às suas telas uma expressividade intensamente pessoal, mas seu trabalho não encontrou receptividade na época. Hoje, entretanto, suas obras estão entre as mais procuradas por colecionadores de arte de todo o mundo.
13- Goya
As imagens sombrias presentes nas pinturas e gravuras de Goya não têm precedentes na história da arte ocidental. Inspirado pelos horrores da guerra e da Inquisição, produziu obras-primas atemporais que lhe garantiram o lugar entre os maiores artistas românticos.
14- Hogarth
William Hogarth foi o primeiro grande pintor originário da Inglaterra, e sua obra retrata com inteligência e técnica brilhante a sociedade inglesa da época. Excelente retratista, também ficou conhecido por suas pinturas históricas.
15- Kandisky
Wassily Kandinsky (Moscou, 16 de dezembro de 1866 (4 de dezembro no calendário juliano, então em vigor na Rússia) — Neuilly-sur-Seine, 13 de dezembro de 1944) foi um artista plástico russo, professor da Bauhaus e introdutor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa, adquiriu a nacionalidade alemã em 1928 e a francesa em 1939.
16- Klimt
Gustav Klimt foi um improvável rebelde no mundo da arte. Seus retratos intensamente sensuais das mulheres vienenses ainda hoje impressionam o apreciador moderno de arte, e sua incomparável técnica decorativa demonstra a disposição de Klimt em buscar inspiração além das fronteiras européias.
Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou simplesmente Leonardo da Vinci7(Anchiano, 15 de abril de 1452[1] — Amboise, 2 de maio de 1519), foi um polímata nascido na atual Itália, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.
Neste sites você encontra diversas seleções para assistir documentários online de forma gratuita. Confira!
19- Manet
Edouard Manet foi um dos mentores do Impressionismo, tomando uma posição firme contra as restrições e convenções dos salões franceses. Uma das grandes obras de Manet é o famoso Bar aux Folies-Bergère. Apesar da aceitação que seu trabalho recebeu no fim de sua vida, morreu ressentido.
Enquanto o restaurador de obras de arte italiano Antonio Forcellino está limpando séculos de sujeira da estátua de Moisés, de Michelangelo, em uma igreja em Roma, ele desvenda um segredo há muito tempo escondido sobre a vida do grande mestre da Renascença.
Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893 — Palma de Maiorca, 25 de dezembro de 1983) foi um escultor, pintor, gravurista e ceramista surrealista catalão.
O Carnaval de Arlequim – Joan Miró
Paul Cézanne (Aix-en-Provence, 19 de janeiro de 1839 — Aix-en-Provence, 22 de outubro de 1906) foi um pintor pós-impressionista francês, cujo trabalho forneceu as bases da transição das concepções do fazer artístico do século XIX para a arte radicalmente inovadora do século XX.
25- Paul Klee
O programa entra na intimidade do artista plástico Paul Klee por meio das páginas de seu diário para entender sua relação com a arte. Através de suas histórias de vida na Alemanha nazista, da vida familiar, da influência de grandes artistas como Kandinski e movimentos como o expressionismo e o cubismo, conhecemos um pouco mais o pintor e entendemos como suas idéias, sua curiosidade e seus métodos o levaram a se tornar um dos maiores pintores do século XX.
Pablo Ruiz Picasso (Málaga, 25 de outubro de 1881 — Mougins, 8 de abril de 1973), foi um pintor espanhol, escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo que passou a maior parte da sua vida adulta na França. Considerado um dos maiores e mais influentes artistas do século XX, é conhecido por ser o co-fundador do cubismo – ao lado de Georges Braque -, inventor da escultura construída, o inventor da colagem e pela variedade de estilos que ajudou a desenvolver e explorar.
27- Pissarro
Pissarro exerceu uma considerável influência no início de carreira de Cézanne e Gauguin, e uma de suas obras-primas é Le Boulevard Montmartre, effet de nuit hoje exposto na National Gallery, em Londres da famosa série de quatorze quadros retratando a vista de seu quarto no Hotel de Russie.
28- Rafaello
Rafael Sanzio (em italiano: Raffaello Sanzio; Urbino, 6 de abril de 1483 — Roma, 6 de abril de 1520), frequentemente referido apenas como Rafael, foi um mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano, celebrado pela perfeição e suavidade de suas obras.
29- Rembrandt
Há quem diga que a habilidade de Rembrandt como retratista nunca foi superada, e talvez sua famosa série de auto-retratos seja a melhor demonstração de sua genialidade. Sua produção foi prodigiosa, e dominou com maestria todos os gêneros de pintura, incluindo retratos, paisagens e imagens religiosas.
31- Renoir
Pierre-Auguste Renoir (Limoges, 25 de fevereiro de 1841 — Cagnes-sur-Mer, 3 de dezembro de 1919) foi um pintor francês impressionista. Desde o princípio sua obra foi influenciada pelo sensualismo e pela elegância do rococó, embora não faltasse um pouco da delicadeza de seu ofício anterior como decorador de porcelana.
Paul Cézanne (Aix-en-Provence, 19 de janeiro de 1839 — Aix-en-Provence, 22 de outubro de 1906) foi um pintor pós-impressionista francês, cujo trabalho forneceu as bases da transição das concepções do fazer artístico do século XIX para a arte radicalmente inovadora do século XX.
25- Paul Klee
O programa entra na intimidade do artista plástico Paul Klee por meio das páginas de seu diário para entender sua relação com a arte. Através de suas histórias de vida na Alemanha nazista, da vida familiar, da influência de grandes artistas como Kandinski e movimentos como o expressionismo e o cubismo, conhecemos um pouco mais o pintor e entendemos como suas idéias, sua curiosidade e seus métodos o levaram a se tornar um dos maiores pintores do século XX.
Pablo Ruiz Picasso (Málaga, 25 de outubro de 1881 — Mougins, 8 de abril de 1973), foi um pintor espanhol, escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo que passou a maior parte da sua vida adulta na França. Considerado um dos maiores e mais influentes artistas do século XX, é conhecido por ser o co-fundador do cubismo – ao lado de Georges Braque -, inventor da escultura construída, o inventor da colagem e pela variedade de estilos que ajudou a desenvolver e explorar.
27- Pissarro
Pissarro exerceu uma considerável influência no início de carreira de Cézanne e Gauguin, e uma de suas obras-primas é Le Boulevard Montmartre, effet de nuit hoje exposto na National Gallery, em Londres da famosa série de quatorze quadros retratando a vista de seu quarto no Hotel de Russie.
28- Rafaello
Rafael Sanzio (em italiano: Raffaello Sanzio; Urbino, 6 de abril de 1483 — Roma, 6 de abril de 1520), frequentemente referido apenas como Rafael, foi um mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano, celebrado pela perfeição e suavidade de suas obras.
29- Rembrandt
Há quem diga que a habilidade de Rembrandt como retratista nunca foi superada, e talvez sua famosa série de auto-retratos seja a melhor demonstração de sua genialidade. Sua produção foi prodigiosa, e dominou com maestria todos os gêneros de pintura, incluindo retratos, paisagens e imagens religiosas.
31- Renoir
Pierre-Auguste Renoir (Limoges, 25 de fevereiro de 1841 — Cagnes-sur-Mer, 3 de dezembro de 1919) foi um pintor francês impressionista. Desde o princípio sua obra foi influenciada pelo sensualismo e pela elegância do rococó, embora não faltasse um pouco da delicadeza de seu ofício anterior como decorador de porcelana.
Boating On the Seine Pierre.
32- Rossetti
A obra profundamente simbólica de Rossetti, de uma beleza ao mesmo tempo pueril e erótica, é considerada um dos maiores feitos artísticos do século XIX por sua originalidade e pela influência exercida nos simbolistas.
a como o artista mais conhecido da Inglaterra. Demonstrando uma clara preferência pela pintura de paisagens, seu uso de luz e cor é incomparável.
Henri de Toulouse-Lautrec foi uma figura trágica na história da arte. A vida boêmia que levou nos bordéis e casas noturnas de Paris forneceu a inspiração para suas melhores obras, e suas ousadas pinturas do famoso Moulin Rouge refletem efetivamente toda a e energia da vida noturna da época.
39- Van Gogh
Van Gogh intensificou a marca do pincel como recurso expressivo. O gesto criador foi valorizado principalmente pelos românticos (Delacroix, por exemplo), os quais evitavam o acabamento polido das superfícies das suas pinturas. Van Gogh recebeu esta qualificação técnica através da arte impressionista, especialmente o uso pontilhista da cor de Seurat. Em seus últimos anos, Van Gogh chegou a empregar a tinta diretamente do tubo sobre a superfície da tela, o que ocasionava um espesso impaste de tinta.
41- Vermeer
A obra de Vermeer deu forma à luz. Sua técnica exaltava a complexidade de simples momentos cotidianos. Iluminava as horas de vidas vulgares. Iluminou do mesmo modo nossa mente, ao reconhecermos sua excepcional exatidão em contornar trivialidades cruciais da vida. Com a luz.
42- Velasquez
Diego Rodríguez de Silva y Velázquez foi um importante pintor espanhol do século XVII que enfatizou a elaboração de retratos de integrantes da nobreza e a pintura de cenas históricas. Também retratou elementos da mitologia. Mostrava detalhes em suas obras, privilegiando as expressões faciais, buscando a individualidade de cada personagem retratado. Presença em suas obras do tenebrismo (aplicação de fundo escuro) e do realismo (busca por detalhes para deixar a obra mais real possível). Estas duas características foram típicas do barroco.

Outros documentários sobre história da arte:
Fonte: http://www.portalraizes.com/50-documentarios-sobre-biografia-dos-maiores-pintores-de-todos-os-tempos-gratuitos-e-online/ 

sexta-feira, 22 de abril de 2016

°Transformando JOINVILLE...

Transformando JOINVILLE...
Aproveitando para testar a percepção de meus alunos, fiz uma atividade de transformação do nome da nossa querida cidade de Joinville em algumas marcas. Saiba algo mais sobre o desenho!
 
O (falso) talento de desenhar

Antes de qualquer coisa, vamos desmentir essa história de que desenhar é um dom. Desenhar é prática e treinamento, não um dom especial. Ler mentes é um dom especial, ver através de paredes também, mas desenhar não.
Claro que algumas pessoas têm mais facilidade para desenhar do que outras, mas isso não é uma particularidade do desenho. Algumas pessoas têm facilidade em resolver contas, outras tem em desenhar.
Dito isso, vamos ver como aprender a desenhar.
Percepção e observação

Betty Edwards é autora de um livro chamado Desenhando com o lado direito do cérebro. Segundo a autora, desenhar não é uma questão de coordenação, como muitas pessoas acham, mas sim de percepção de formas. Segundo Edwards, uma pessoa com coordenação motora suficiente para escrever o próprio nome é completamente capaz de desenhar com qualidade.
Para desenhar bem, primeiro precisamos aprender a enxergar. Quando estamos começando a desenhar, temos o hábito de desenhar o que sabemos sobre a forma, e não o que estamos vendo de fato. Por exemplo, se você for desenhar uma mesa você sabe que vai desenhar um móvel que possui uma base grande e quatro pernas (modelo mais comum). E assim, a maioria dos iniciantes desenha a parte superior da mesa muito maior do que ela realmente é, porque no lugar de desenhar o que está enxergando, desenha a imagem gravada na memória do que é uma mesa.
Sendo assim, o primeiro passo para aprender a desenhar é esquecer tudo aquilo que você sabe sobre a forma e desenhar apenas o que você está enxergando. Parece fácil, mas geralmente não é.

°A arte de desenhar

A arte de desenhar
por Laerte Galesso Orientador do Curso de Artes Plásticas da ABRA 

O desenho é uma forma de linguagem, talvez a mais antiga. Provavelmente o homem das cavernas, bem antes de se comunicar com palavras, tenha feito isso através de rabiscos. Ainda hoje, quando não conseguimos nos comunicar verbalmente, tentamos fazê-lo por meio de um desenho. Um mapa, por exemplo.
             Assim sendo, aprender a desenhar é uma necessidade, tanto pelo aspecto da comunicação como pelo prazer que esta atividade proporciona. Além disso, desenhar é uma atividade extremamente prazerosa, pois o desenvolvimento e a prática do fazer artístico são muito importantes para o ser humano, pela própria necessidade que temos de nos comunicar com os nossos semelhantes e alcançarmos nossas realizações. A arte desenvolve a criatividade, proporciona autoconfiança, amplia a bagagem cultural, facilita o processo de sociabilidade e ainda possibilita a lucratividade, pois existem mais de trinta profissões ligadas direta ou indiretamente ao Desenho e a Arte em geral.
É importante, porém, que essa prática seja transmitida por profissionais que entendam e atendam as reais necessidades do aluno, não apenas no aspecto técnico, mas principalmente no aspecto emocional. O aluno, especialmente nos momentos iniciais, precisa de todo o apoio, para que se sinta seguro e autoconfiante. Caso contrário, toda a expectativa e o ímpeto do aluno em aprender ficarão comprometidos, desestimulando-o a prosseguir.
 
Porque aprender a desenhar?
Muito antes do desenvolvimento da escrita a raça humana já desenhava. Fosse para se comunicar, para se expressar ou exercer alguma influência sobre os seus inimigos, nossos ancestrais buscavam, através dessa linguagem, representar o real e o imaginário. O desenho, portanto, é uma das mais antigas e eficientes maneiras de se comunicar.
Quando se fala em desenho, o primeiro conceito que vem à mente é a relação com o artista desenhando no seu atelier. O desenho, porém, é muito mais abrangente: praticamente tudo o que está à nossa volta foi criado primeiramente a partir de um desenho; mesa, cadeira, computador, celular, automóvel, enfim, objetos que em algum momento só existiram na representação gráfica. Portanto, o desenho é um quesito importante para qualquer pessoa que queira expor melhor as suas idéias.
O mercado de trabalho para bons desenhistas é bastante amplo: há mais de trinta profissões relacionadas ao desenho. Saber desenhar, portanto, é uma exigência básica até mesmo para ingressar no Ensino Superior, pois o desenho faz parte das provas de habilidade específica ou testes de aptidão para cursos de Arquitetura, Desenho Industrial, Design Digital, Moda, Artes Visuais e Design de Interiores, entre outros.
Independentemente da área de atuação, o desenho à mão livre é a base necessária para treinar a percepção visual, a criatividade e as habilidades técnicas.
 
   É preciso ter “dom” para desenhar?
              A maioria das pessoas não se arrisca na arte do desenho porque acredita que é preciso ter dom. Na verdade, este tabu pode ser quebrado e qualquer pessoa é capaz de aprender a desenhar. Basta dispor de algumas horas por semana, ter disciplina e praticar as bases aprendidas.
          No passado, se uma pessoa não conseguia desenhar dentro dos “padrões gregos”, isto é, no estilo acadêmico, fatalmente estava fadada ao fracasso para a arte. Embora este conceito tenha mudado muito, alguns professores ainda fazem este tipo de cobrança aos seus alunos, muitas vezes desestimulando-os a prosseguir. Na verdade, o fato de não conseguir realizar um desenho academicamente perfeito não desabilita uma pessoa a obter um resultado interessante e expressivo. O ideal é analisar qual é a sua característica: se um desenho mais realista ou algo mais expressivo. Obviamente, um trabalho pode ser realista e ter expressividade. Independentemente do estilo de desenho que você pretende desenvolver é importante que ele transmita sentimento, emoção, estilo e interpretação. Mas, assim como o músico, que para melhor interpretar a canção precisa ler a partitura e praticar, você precisa conhecer as regras básicas para realizar um bom desenho e treinar essas bases.
 
             Como posso aprender a desenhar?
 Só se aprende a desenhar desenhando. Porém, o aprendizado do desenho, como outra atividade qualquer, exige uma boa dose de dedicação e disciplina. Este representa um dos seus principais desafios: se todos os dias do mês você praticar pelo menos quarenta minutos por dia, no final do mês já terá um progresso incrível.
A produtividade é essencial no aprendizado do desenho: quanto mais você desenhar, mais vai desenvolver as habilidades necessárias, tanto as motoras quanto as intelectuais, principalmente a percepção visual, ou seja, a arte de ver.
Quando você começa a desenhar passa a enxergar o mundo de forma diferente e a prestar atenção em detalhes que antes não dava importância.
                                             
                O que devo desenhar?
               
Muitas pessoas se consideram incapazes de aprender a desenhar porque geralmente pensam em coisas complexas – como desenhar um rosto, por exemplo. Com a disciplina de realizar uma etapa de cada vez, porém, o aluno terá uma evolução natural. E quando menos perceber, estará desenhando figuras e objetos que nunca imaginou que seria capaz. O segredo é começar com coisas simples para que sinta a evolução, melhore a auto-estima e desenvolva a percepção visual e as habilidades manuais gradativamente.
 Você deve ter em mente que, para desenhar uma cadeira, é preciso saber desenhar um cubo. Porém, para desenhar um cubo da maneira correta, é preciso desenhar um quadrado.
 Como devo explorar minha criatividade?
 Há pessoas que têm bastante facilidade em copiar desenhos. Outras são criativas, mas desconhecem as técnicas do desenho. No primeiro caso, elas desenvolveram a percepção visual e a capacidade de ver uma gravura ou mesmo uma foto e reproduzir até com boa semelhança. Isso é um aspecto bastante positivo. Porém, se tirarmos a referência visual, a pessoa é incapaz de desenhar algo, porque conhecem apenas um dos vários recursos para se aprender a desenhar.
Conhecer os fundamentos do desenho é importante e pode ajudar no desenvolvimento dos trabalhos. Porém, isso não garante trabalhos expressivos. A criatividade está mais associada à intuição, à emoção e à sensibilidade de cada um.
Todo trabalho precisa ser iniciado a partir de uma fonte de inspiração objetiva (como um protesto, uma questão social) ou abstração (como a angústia, a solidão ou a felicidade). Caso contrário será como um calouro que canta a música no compasso e com as notas certas, mas esquece de interpretar.
 Que materiais são necessários para a prática do desenho?
 Quantas vezes nos deparamos com verdadeiras obras de arte elaboradas somente com lápis grafite ou nanquim e pincel? Portanto, não são necessários materiais caros e sofisticados para desenvolver o Desenho. Bastam dois blocos de desenho (um layout e um canson), alguns lápis (HB, B e 6B), barrinhas de carvão, grafite integral, tinta nanquim preta, um pincel redondo fino e um médio.
O desenho em preto e branco produz efeitos excelentes, mas, se quiser colorir, comece com lápis de cor.
Para o desenho a traço, use papel liso; para desenhos sombreados, use o papel canson, que é poroso.
Antes de decidir o que vai desenhar, procure experimentar os materiais fazendo exercícios espontâneos. Faça traços finos e grossos, manchas e rabiscos, usando gestos largos e com a mão solta, veja os efeitos que cada técnica produz no papel.
Lembre-se: desenhar não é apenas buscar a perfeição das formas existentes na natureza, mas também transmitir emoção e sentimentos através de linhas, formas, texturas e volumes.
fonte:http://www.abra.com.br/artigos/14-a-arte-de-desenhar