sábado, 24 de outubro de 2009

º Apreciação e Releitura de Marcos Andruchak

Marcos AndruchakMarcos Andruchak, é artista plástico Brasileiro e autodidata.Sua pintura busca mostrar o imaginário de situações reais, surreais ou abstratas, procurando sempre um estilo único, próprio, inspirado em tudo que considera atraente, desde pinturas, texturas, rabiscos e o estudo das cores que melhor se apliquem a cada grafismo que produz.
Seu trabalho é minuciosamente estudado, desde os traços iniciais que considera a base da produção, até a etapa da pintura onde cada obra ganha os elementos que precisa para exprimir as idéias, sensações e momentos, únicos para cada tela.
Além de lecionar e atuar na pintura estuda e leciona computação gráfica, design, animação e multimídia. É docente das seguintes Universidades: UNITAU-Universidade de Taubaté; UNIP-Universidade Paulista e UMC-Universidade de Mogi das Cruzes.
Está envolvido em projetos que abordam todas as áreas de seu conhecimento mas tem como principal objetivo o de contribuir com artigos, principalmente no campo das artes plásticas, especificamente da pintura.
Seus trabalhos podem ser vistos em muitos sites de arte na web ou diretamente no seu site: www.andruchak.com.br

º Apreciação e Releitura de Frank Stella

Frank Stella
A carreira de Stella na arte começou em 1958, quando recém saído da Princeton University, foi para Nova York e criou um estúdio. Ele começou usando tinta de parede comum para pintar listras simétricas pretas na tela. Estes primeiros trabalhos, conhecido como “Black Paintings”, foram escolhidos pelo Museu de Arte Moderna no outono de 1959, para ser incluído na exposição intitulada Sixteen Americans.
Nascido em 1936 em Malden, Massachusetts, Stella começou a pintar enquanto estava na escola preparatória Phillips Academy em Andover. Stella decidiu ir para uma universidade que fosse próxima do cenário artístico de Nova York. Uma vez em Manhattan, Stella rapidamente tornou-se parte deste cenário.
Em 1959, o comerciante de arte Leo Castelli incluiu Stella, com apenas 23 anos, entre os mais importantes artistas que a sua galeria representava. Depois disso Stella continuou a desenvolver seu trabalho. Passou a incluir cores brilhantes, tintas metálicas e telas com formas geométricas e curvilíneas.
Stella tornou-se um dos poucos artistas a aparecer em duas grandes retrospectivas no Museu de Arte Moderna: Uma em 1970 e outra em 1987. Durante os anos 70 e 80, ele continuou a renovar-se, fazendo uma saída brusca das suas raízes minimalistas, para explorar formas esculturais usando cores explosivas.
Ultimamente, o trabalho de Stella permanece tridimensional; suas últimas esculturas (chamadas de “pinturas” pelo artista, pois segundo ele a escultura é apenas uma pintura recortada e fixada em algum lugar) abandonaram as cores brilhantes, mas ainda mantém uma característica explosiva nas suas dimensões e formas.