domingo, 26 de janeiro de 2014

º Arte Egípcia

A pintura também se voltava para os temas religiosos. Como as outras artes, ela igualmente visava eternizar a essência do que era representado. Não importavam as reais proporções e medidas, mas sim as pessoas mais importantes, representadas com uma dimensão maior. A ordem de importância seguia uma escala hierárquica – o rei, a mulher do rei, o sacerdote, os soldados e o povo. Imagens femininas eram pintadas com a cor ocre, enquanto as masculinas eram simbolizadas com a cor vermelha. A própria escrita dos egípcios era desenhada, através dos hieróglifos, escrita sagrada, da hierática, utilizada pela nobreza e pelos sacerdotes, e da demótica, escrita popular. Não há três dimensões nesta pintura, não se conhece a profundidade e o corpo da pessoa é sempre representado frontalmente, enquanto a cabeça, as pernas e os pés estão sempre de perfil.
Arte Egípcia produzida pelo 2º Ano na aula de artes. os alunos aprenderam sobre a Lei da Frontalidade em que os egípcios eram representados com a cabeça e os pés de lado e o corpo de frente. A conjugação de todos estes elementos marca uma arte robusta, sólida, solene, criada para a eternidade.

º Arte Rupestre

A arte rupestre é compreendida como o amplo conjunto de desenhos, pinturas e inscrições realizadas pelo homem pré-histórico. Geralmente, este tipo de manifestação artística aparece no interior de cavernas e em outras superfícies rochosas tingidas pela marca da presença humana. A arte rupestre é uma importante fonte de informações que nos relata sobre o tempo e os costumes de alguns grupos humanos. Para alguns estudiosos, o desenvolvimento desse tipo de manifestação esteve diretamente ligado ao processo de dominação do fogo. O controle desse elemento natural permitiu o conforto e a segurança necessários para o posterior surgimento de processos de comunicação mais complexos, como a palavra e a arte. Paralelamente, devemos citar que a arte rupestre não se limitava ao registro cotidiano ou a marcação de uma situação corriqueira. Muitas pinturas encontradas em cavernas escondidas e regiões pouco habitadas indicam que essa manifestação artística cumpria uma parte dos rituais funerários, religiosos ou festividades da pré-história. Trabalho inspirado na obra de Paul Klee e no filme "The Croods".




º Autorretrato

 O Autorretrato muitas vezes é definido em História da Arte, como um retrato ( imagem, representação), que o artista faz de si mesmo, independente do suporte escolhido. Reconhece-se, em geral, que a partir da Renascença Italiana que este tipo de auto-representação passou a ser cada vez mais frequente. O autorretrato é uma forma de estudo anatômico, embora alguns deles apresentem alegorias, caricaturas e também expressem condições emocionais específicas.
A produção de auto-retratos acompanha uma parcela considerável da história da arte. Não são poucas as vezes em que os artistas projetam suas próprias imagens no papel ou na tela, em trabalhos que trazem a marca da auto-reflexão e, por isso, tocam o gênero autobiográfico. Nesses retratos - em que os artistas se vêem e se deixam ver pelo espectador -, de modo geral, o foco está sobre o rosto, quase sempre em primeiro plano.




º Op Art _ Ilusão de Óptica

 Movimento da arte abstrata que se desenvolveu na década de 1960. A Op Art (abreviatura de "ARTE ÓPTICA”) era baseada em truques para a percepção visual. Também eram usadas perspectivas para dar ilusão de terceira dimensão e a mistura de cores davam a impressão de luz e sombra. O artista joga com o espectador, criando imagens que parecem estar se mexendo. Embora a obra de arte em si seja estática, as formas e cores utilizadas provocam uma ilusão óptica de movimento.
A Op Art busca atingir o espectador por meio da combinação de cores e da superposição de tramas geométricas. Manifestação artística não distante da arte cinética, envolve procedimentos científicos e artísticos (contrastes, ondulações, interferências) capazes de estimular a retina e criar intensa instabilidade visual.
A Op Art é também caracterizada por testes padrões pretos e brancos, os quais criavam um sentido de profundidade e outros efeitos visuais, gerando frequentemente a "visão ilusão".
As estruturas e truques da percepção visual normalmente são o uso de linhas em perspectiva para dar a impressão do espaço tridimensional e cores misturadas para dar a impressão da luz e de sombra. Observando as obras da Op Art, podemos notar que os artistas usavam formas geométricas como tema de seus trabalhos.
Características da Op Art: Confusão de figura e fundo, Ilusão de movimento, Profundidade, Uso de cores repetitivas e contrastantes (Pode ser o preto e o branco ou cores diversas), Formas abstratas criadas de forma sistemática.


º Linhas e Conexões

Os matemáticos utilizam a geometria para descrever as propriedades das formas, linhas e ângulos. Como tal, a geometria traz um aspecto visual para a matemática. Vários conceitos da geometria surgem de provas e teoremas compostos criativamente. Isto, junto com a sua natureza visual, dá a geometria uma conexão única com as artes plásticas. Ao longo da história, os artistas usam essa conexão para trazer elementos geométricos para cada tipo de arte. Sabendo um pouco mais sobre este assunto, os alunos tiveram como proposta fazer uma conexão entre linhas, simbolizando a conexão da arte com a matemática.